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Eu encontro com cada coisa por esta blogosfera..

Eu confesso. Ainda perdi alguns dos meus preciosos minutos a tentar perceber se dali vinha alguma coisa útil. Tentativas frustradas. Nada. Nadinha. Uma mistura de 'eu sou muito boa' 'boa até demais, que o mundo não aguenta comigo', com a tentativa (conseguida essa, admito!) de postar fotos com toda a roupa de marca estupidamente cara e assessórios (idem!), fazendo jus à sua condição de fútil (porque eu gosto de chamar as coisas pelos nomes). Se eu tivesse assim tanto dinheiro para esbanjar em clutches e modelitos, também não fazia nada na vida. Mas agora, licencinha que vou ali vomitar (até porque eu agora tenho uma razão de peso para me sentir enjoada mais vezes).

Comentários

Anónimo disse…
Vi o primeiro link e o segundo!
Ja deu para ver que não terá mais visitas minhas :o)
Naaaaaaa preciso de muito mais do que roupa!

Baci*
abspinola disse…
Não consigo visualizar o Blog.
Mas não vou perder tempo.
Dou valor a algo mais importante na minha vida o meu filho, marido e familia.
Acho estas pessoas inuteis e futeis a esta sociedade de puro consumista.

Bjstos
aNa disse…
xiiiiiiiii futilidade é mesmo a síntese da vida dessa miúda. enfim...

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A boa filha à casa torna..

... mesmo que depois de um interregno de quase 3 anos.
Podia contar a história daquela que foi ali comprar tabaco e nunca mais apareceu. Poupo-vos o melodrama. No meu caso, é mais a história daquela a quem a vida se voltou de pernas para o ar, que sem saber como nem porquê, vim parar ao médio oriente e já por aqui ando há quase dois anos. 
Nos entretantos, traí o blogger com o Wordpress. Relações modernas. Nada de mais. É que lá estava mais à vontade para falar da vida de emigrante. Mas, não há amor como o primeiro [dizem], bateu uma saudade imensa. Vim aqui de soslaio, só naquela de ver se ainda sentia a química. Nem de propósito ser o primeiro dia do ano e, tal e qual uma ressacada, não resisti em reacender a chama.
Se é para toda a vida, até que a morte nos separe? Não sei. Talvez. Quem sabe. Até agora estamos a ganhar ao José Carlos Pereira e à Liliana Aguiar no junta-separa.

Eu podia ignorar, mas é mais forte que eu.

Ele era um colega, que hierarquicamente estava abaixo de mim. Entrou uns anos depois de mim para esta empresa. Foi galgando lugares enquanto um macaco come uma banana. Não me perguntem como, nem porquê. Eu desconfio, mas ia ter de dizer muito palavrão para me justificar, portanto permanecerei uma senhora de bico calado. De lugar em lugar, de tarefa em tarefa. Pouco me importa se tem a língua negra de tanta bota engraxada, se tem dificuldade em sentar-se ou se comeu o pão que o diabo amassou. Desde que ele não me prejudique, ele lá e eu aqui, e amiguinhos como dantes. Mas quando a verborreia atinge patamares de superioridade, não há como passar despercebido. Uma pessoa pode ignorar, mas e conseguir? É como tentar ignorar um mosquito a meio da noite, no quarto. Tu bem tentas, mas é mais forte que tu. A criatura vai fazer uma apresentação numa reunião. Já de si, a situação tinha aqui material de sobra para que o Ricardo Araújo Pereira fizesse um brilharete. O ser está inchado, tem um eg…

v8 do Adriano Zumbo

Surpresa das surpresas! Chegaram até aqui leitores querendo saber coisas sobre o 'famoso' bolo V8, do ainda mais famoso Adriano Zumbo. Pois eu gosto muito de pôr as mãos na massa, mas numa loucura destas não me atrevo. São demasiados ingredientes (alguns a dar para o carote!) que tenho imensa pena de deitar no caixote do lixo, caso a coisa não saia (como é de esperar..) como deve de ser. Aos mais audazes e destemidos, àqueles que se pelam por desafios estrondosos e para aqueles a quem uma receita que poderá levar cerca de quatro (!) horas a elaborar, não os intimida, aqui vai o link com a receita. Meus amigos, minhas amigas, quem se atrever a levar esta 'insanidade' calórica a bom termo, que venha aqui dizer qualquer coisinha. Eu fico à espera.