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2 anos. Dois. E um amor que não pára de crescer.

O meu pequeno faz dois anos. E olho para ele incrédula. Como foi possível terem passados 24 meses assim, tão depressa, tão confusos, tão maravilhosamente felizes?
Eu sei, isto é uma espécie de cliché: ainda ontem o tinha acabado de nascer nos meus braços e hoje já faz dois anos. Sim, qualquer mãe dirá a mesma coisa, mesmo que não o admita e mesmo que seja lá no intimo do seu ser.
Caramba! Dois anos. Dois anos desta pestinha pequenina que veio pôr as nossas vidas de cabeça para baixo, desarrumar a casa toda, gritar e fazer birras, gargalhar sonoramente e alegremente sempre que alguma coisa o faz feliz. E sim, não tem nada a ver com a irmã. Ela, um poço de calma e ponderação, que aos dois anos já era capaz de ter mais maturidade que um puto de dez anos, sempre muito composta e bem-comportada. O dia e a noite. O Yin e o Yang. O reggae e o heavy metal. Mas super-apaixonados um pelo outro.
E agora eu podia desfazer-me aqui num rol de coisas que ele já faz ou diz, contar peripécias e histórias muito engraçadas sobre ele, gabar-lhe as qualidades e queixar-me do feitio que herdou da mãe. Mas não o farei. Este post tem outro propósito.
Serve apenas para lembrar que hoje, faz dois anos que pari o meu segundo filho. Ficámos ainda mais completos e somos ainda mais felizes. E a chegada do Manel veio inundar o coração da Mariana. Sinto que ao longo destes dois anos, a minha filha cresceu em todos os aspectos. Mas o que a mudou verdadeiramente foi sentir que existe uma espécie de amor que não se explica, que não se quantifica, que não se divide. E vê-los juntos, os dois cúmplices, faz-me acreditar que cumpri o propósito nesta vida: unir duas pessoas [as pessoas mais importantes do meu mundo] num amor sem igual.

Por isso, meu pequeno monstrinho, meu pequeno-homem, amor-maior das nossas vidas: sê imensamente feliz, com a certeza de que todos te amamos mais do que nos cabe no coração.

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