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Fevereiro chegou com a força toda. Ou como se costuma dizer por aí, veio com fé! Ainda mal me tinha despedido de Janeiro (eu avisei que os meses passam a correr!), mal ponho o pé no mês dois, toma lá o puto com mais duas otites. Como se isso não fosse muito, toma lá uma bronquiolite aguda também no miúdo. E ainda não tínhamos chegado ao dia 3. Dia três, miúda constipada, com dores de garganta e a minha otite que não dá sinais de melhoras. Dia quatro, ainda aqui estamos em casa, os três de molho.
O único que se salva é o marido, que coitado, não tem outro remédio senão andar trabalho-casa-farmácia-supermercado-casa-trabalho.
E eu cheia de coisas para fazer, cheia de planos para cumprir. Dizem que fazê-los antes de saber se os podemos concretizar, não dá muito resultado. Dizem também (e eu atesto) que, quem tem crianças pequenas, o mais longe que pode ir no futuro é planear o que vai ser o jantar. Nada mais certo!

Comentários

Gaja Maria disse…
Caramba, isso é que é ficar literalmente de molho e com toda esta chuva, até é onde estás melhor, em casa, não devia era ser por esses motivos... Rápidas melhoras :)

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A boa filha à casa torna..

... mesmo que depois de um interregno de quase 3 anos.
Podia contar a história daquela que foi ali comprar tabaco e nunca mais apareceu. Poupo-vos o melodrama. No meu caso, é mais a história daquela a quem a vida se voltou de pernas para o ar, que sem saber como nem porquê, vim parar ao médio oriente e já por aqui ando há quase dois anos. 
Nos entretantos, traí o blogger com o Wordpress. Relações modernas. Nada de mais. É que lá estava mais à vontade para falar da vida de emigrante. Mas, não há amor como o primeiro [dizem], bateu uma saudade imensa. Vim aqui de soslaio, só naquela de ver se ainda sentia a química. Nem de propósito ser o primeiro dia do ano e, tal e qual uma ressacada, não resisti em reacender a chama.
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Se isto não é um exemplo de modernidade, não sei o que lhe chamar. A rapariga não é só a rainha de Espanha, é uma mulher moderna. E como mulher moderna que se preze, cuida da sua imagem. E só por esse gesto de corte com o tradicional e o correcto, só posso aplaudir a atitude. Já não posso dizer o mesmo da magreza. Num momento em que se apela ao fim da magreza extrema como sinónimo de beleza, num momento em que se defende um corpo saudável, ela aparece com as costas a descoberto.. e não consigo pensar em nada de positivo nesta imagem.

O bolo de côco que parece uma nuvem!

É que este vai já ser feito, nem vou esperar por dias melhores. Mesmo sem vontade nenhuma de ir pegar na batedeira, vou fazer-me à vida, porque este amigo está a fazer-me salivar, tal e qual os cães de Pavlov. Pronto, é desta que a manutenção das linhas redondas do abdómen se mantêm. Estou desgraçada..


a receita deste tentação hiper-calórica está aqui.