13.10.11

7 am.

Não. Não  foi a hora a que regressei da noite, nem tão pouco a hora a que me levantei para ir correr o sprint matinal (no dia em que a minha preguiça me deixar cometer uma loucura dessas, mando rezar uma missa). Não foi a hora a que me pus a caminho do calvário trabalho, até porque hoje para mim é domingo, nem tão pouco foi a hora a que me deitei.
Foi sim, a hora em que o teu despertador tocou, em que nos aninhámos debaixo do lençol (calma, isto não vai ser um post erótico!), em que nos mimámos no meio do sono, suspirando por mais uns bons minutos de calma e descontracção. Depois, sim, acordamos para a vida. Há o duche, a tua barba por fazer, a menina que dorme o seu sono de beleza e nem um comboio a acorda, os pequenos-almoços e o corre-corre para a escola. E depois de tudo isto, já são quase nove da manhã e vem o tempo para mim. Gosto disto. Do que temos.

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