Avançar para o conteúdo principal

a mudança. (*o que tem de ser..)

Quando dizemos coisas como "as pessoas não mudam" deixamos os cientistas loucos porque, a mudança é literalmente a única constante em toda a ciência. Energia. Matéria. Ela está sempre mudando, transformando-se, mesclando-se, crescendo, morrendo. É a maneira como as pessoas tentam não mudar isso que é natural. Como nos apegamos à maneira como as coisas estão em vez de deixar as coisas serem o que são. A maneira como nos apegamos às memórias mais antigas em vez de formar outras novas. A forma como insistimos em acreditar que, apesar de todas as indicações científicas, nada nesta vida é permanente. A mudança é constante. Como nós experimentamos a  mudança é que depende de nós. Podemos senti-la como a morte ou como uma segunda chance na vida. Se abrirmos os nossos dedos, soltarmos os nossos apertos, formos com ela, podemos senti-la como pura adrenalina. Como a qualquer momento podemos ter outra chance na vida. Como a qualquer momento, podemos nascer de novo.



* ..tem muita força.

Comentários

mari disse…
gostava muito de acreditar ... (e provavelmente até acredito) **

Mensagens populares deste blogue

A boa filha à casa torna..

... mesmo que depois de um interregno de quase 3 anos.
Podia contar a história daquela que foi ali comprar tabaco e nunca mais apareceu. Poupo-vos o melodrama. No meu caso, é mais a história daquela a quem a vida se voltou de pernas para o ar, que sem saber como nem porquê, vim parar ao médio oriente e já por aqui ando há quase dois anos. 
Nos entretantos, traí o blogger com o Wordpress. Relações modernas. Nada de mais. É que lá estava mais à vontade para falar da vida de emigrante. Mas, não há amor como o primeiro [dizem], bateu uma saudade imensa. Vim aqui de soslaio, só naquela de ver se ainda sentia a química. Nem de propósito ser o primeiro dia do ano e, tal e qual uma ressacada, não resisti em reacender a chama.
Se é para toda a vida, até que a morte nos separe? Não sei. Talvez. Quem sabe. Até agora estamos a ganhar ao José Carlos Pereira e à Liliana Aguiar no junta-separa.

Achei que o corte de cabelo da Letizia merecia o meu regresso..

Se isto não é um exemplo de modernidade, não sei o que lhe chamar. A rapariga não é só a rainha de Espanha, é uma mulher moderna. E como mulher moderna que se preze, cuida da sua imagem. E só por esse gesto de corte com o tradicional e o correcto, só posso aplaudir a atitude. Já não posso dizer o mesmo da magreza. Num momento em que se apela ao fim da magreza extrema como sinónimo de beleza, num momento em que se defende um corpo saudável, ela aparece com as costas a descoberto.. e não consigo pensar em nada de positivo nesta imagem.

O bolo de côco que parece uma nuvem!

É que este vai já ser feito, nem vou esperar por dias melhores. Mesmo sem vontade nenhuma de ir pegar na batedeira, vou fazer-me à vida, porque este amigo está a fazer-me salivar, tal e qual os cães de Pavlov. Pronto, é desta que a manutenção das linhas redondas do abdómen se mantêm. Estou desgraçada..


a receita deste tentação hiper-calórica está aqui.