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Mensagens

Umbadá Never Forget

Se eu morrer e voltar a reencarnar, peço a Deus todo poderoso que me dote de tamanha capacidade de fazer rir.  

Eu podia ignorar, mas é mais forte que eu.

Ele era um colega, que hierarquicamente estava abaixo de mim. Entrou uns anos depois de mim para esta empresa. Foi galgando lugares enquanto um macaco come uma banana. Não me perguntem como, nem porquê. Eu desconfio, mas ia ter de dizer muito palavrão para me justificar, portanto permanecerei uma senhora de bico calado. De lugar em lugar, de tarefa em tarefa. Pouco me importa se tem a língua negra de tanta bota engraxada, se tem dificuldade em sentar-se ou se comeu o pão que o diabo amassou. Desde que ele não me prejudique, ele lá e eu aqui, e amiguinhos como dantes.   Mas quando a verborreia atinge patamares de superioridade, não há como passar despercebido. Uma pessoa pode ignorar, mas e conseguir? É como tentar ignorar um mosquito a meio da noite, no quarto. Tu bem tentas, mas é mais forte que tu.   A criatura vai fazer uma apresentação numa reunião. Já de si, a situação tinha aqui material de sobra para que o Ricardo Araújo Pereira fizesse um brilharete. O ser e...

Apelo à comunidade.

A canária anda maluca. Agarra-se as ferros da gaiola, manda cabeçadas, bicadas. Pia. E está mais gorda.   Era só o que me faltava, se a canária desata a pôr ovos. Almas que percebem de passarada: o que é que se pode estar a passar? Agradecida.

desejos consumistas que habitam em mim.

       

«ando pela vida à tua procura e ainda bem que te encontro todos os dias»

É uma coisa estranha, isto de amar. Esta coisa grande e pesada que sentimos no meio do peito, que nos ocupa todo o pensamento. Sentir que somos todo-poderosos e, ao mesmo tempo, tão frágeis e delicados como uma partícula de vida. Um tudo e um nada. Estranha coisa esta, a do amor.   Já perdi a conta aos dias que te gosto. São muitos, uma vida. Uma vida inteira ao teu lado. Duas pessoas normais e comuns, que com os passar dos anos foram construindo isto a que chamamos vida; um sitio a que chamamos casa; um porto de abrigo a que chamamos família. Eu e tu, pessoas como tantas outras pessoas por aí, que estão nesta coisa do amor há muito tempo.   Primeiro os sonhos, as fantasias, a novidade; o encantamento, a paixão, a vontade de querer viver tudo ao mesmo tempo; depois, os planos, as metas, a concretização. Depois disto tudo, chega a responsabilidade, um filho e mais outro, a rotina, os hábitos, o que tem mesmo de ser porque tem muita força. Quem vive uma histór...

Atenção malta: os preços são em conta, só não garanto que seja num avião a sério!

Cheira-me que o 'avião' é da Rede Nacional de Expressos. Ou Renex. CP, vá..

Oscars 2015: Vanity Fair after-party

Classe vs Badalhoquice Irina, Irina.. ainda tens de comer muito pão, filha.