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Mensagens

«ando pela vida à tua procura e ainda bem que te encontro todos os dias»

É uma coisa estranha, isto de amar. Esta coisa grande e pesada que sentimos no meio do peito, que nos ocupa todo o pensamento. Sentir que somos todo-poderosos e, ao mesmo tempo, tão frágeis e delicados como uma partícula de vida. Um tudo e um nada. Estranha coisa esta, a do amor.   Já perdi a conta aos dias que te gosto. São muitos, uma vida. Uma vida inteira ao teu lado. Duas pessoas normais e comuns, que com os passar dos anos foram construindo isto a que chamamos vida; um sitio a que chamamos casa; um porto de abrigo a que chamamos família. Eu e tu, pessoas como tantas outras pessoas por aí, que estão nesta coisa do amor há muito tempo.   Primeiro os sonhos, as fantasias, a novidade; o encantamento, a paixão, a vontade de querer viver tudo ao mesmo tempo; depois, os planos, as metas, a concretização. Depois disto tudo, chega a responsabilidade, um filho e mais outro, a rotina, os hábitos, o que tem mesmo de ser porque tem muita força. Quem vive uma histór...

Atenção malta: os preços são em conta, só não garanto que seja num avião a sério!

Cheira-me que o 'avião' é da Rede Nacional de Expressos. Ou Renex. CP, vá..

Oscars 2015: Vanity Fair after-party

Classe vs Badalhoquice Irina, Irina.. ainda tens de comer muito pão, filha.

Oscars 2015: uma só imagem; uma só mensagem.

Oscars 2015 : uma só imagem; uma só frase.

O momento que a LGBT mais adorou.
- Gostava mesmo muito de ter outro filho. - disse eu, enquanto eles acabavam de comer - O que achas, Mariana? - Óh! É melhor não! Primeiro, tu já não tens idade para ter filhos; segundo, ia ser cá uma trabalheira! Prefiro um cão!   (eu viro-me para o Manel, na esperança de que ele esteja do meu lado)   - E tu Manel? Queres mais um bebé? - Não! Quélo lalanja.

quando o despertador toca às 3 da manhã.

Uma pessoa acorda às três da manha, sem forças nem sequer para dizer mal da vida.     Arrasta-se de casa até ao carro, suplicando aos astros que a farda esteja toda no corpo. O carro parece que já conhece o caminho sozinho e vai em modo automático. A pessoa põe o pé dentro do aeroporto, a horas que não lembram ao menino Jesus, ainda a ver em 16:9 e já está a ser mandada para o sítio mais parado daquele antro. Um aeroporto consegue não ter emoção nenhuma, às quatro da manhã, especialmente a meio de Fevereiro. Believe me. A pessoa chega ao sitio e dá de caras com aquele que será o nosso pseudo-chefe. Uma criatura que não se aguenta e ninguém compreende como pode ele chefiar o que quer que seja, que bem podia ir chefiar carreiros de formigas, e mesmo assim, duvido muito. Ainda não estou bem acordada e já tenho um nó no cérebro! Mas que mal fiz eu a Deus? Tendo em conta que a pessoa nutre por essa criatura um sentimento semelhante a uma cólica renal, fica l...