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Mensagens

O ultimo dia do ano.

Fico sempre com um sentimento de melancolia, por ser o ultimo. Mas quando penso bem nisso, vislumbro que estão para chegar 365 dias de novas oportunidades. É como fechar uma janela e abrir outra em seguida.  Esta noite, vamos ficar os quatro, juntinhos no nosso conforto, esperando pelas doze badaladas. Nós os dois vamos brindar a um novo ano de sucessos, partilhas e amor. Eles ainda não percebem estes rituais, mas os sorrisos denunciam a felicidade que sentem em mais uma noite de festa. Há sete anos atrás começou o pior ciclo da minha vida. Hoje, tenho a certeza de que se encerra, porque acredito que não há mal que sempre dure. O positivismo e optimismo que carrego comigo dizem-me que em frente é o caminho a seguir. E é por aí mesmo que eu vou. O truque? Idealizar, visualizar, mentalizar e dizer com força: em 2014 eu vou vencer. 2014 vai ser o meu ano. E acreditar. Acreditar sempre!

Shine! This is the last night of the year!

Está tudo a postos? Já se ultimam os preparativos? Entrem em grande, sejam felizes!
Eu padeço daquele mal chamado «síndrome do pequeno-almoço de hotel». Isso mesmo. Provoca em mim um comportamento estranho, que me faz ter um desejo compulsivo por comida, logo pela manhã. É a mais pura das verdades. No meu dia-a-dia normal, acordo sem fome e só com necessidade de beber uma chávena de café. A fome só me chega umas duas horas depois de ter aberto os olhos. E mesmo assim, nem posso chamar àquilo de fome. É um ratito, uma vontadinha de comer. Um bocado de pão ou um iogurte são sempre suficientes. Mas estando instalada num hotel, acontece uma metamorfose em mim. Acordo esfomeada, ponho o despertador para chegar a tempo e horas de comer descansada. E quando entro na sala de refeições, ouço trompetes e harpas, um coro angelical e vejo confettis a cair do céu! As mesas postas e corridas, as cores, o cheiro a pão quente, o café a fumegar. Ele é fruta, croissants com doce, bolos e pães de todas as qualidades. Trago iogurte e cereais, sumo de laranja, fiambre e chocolate par...
Hoje um colega [sim, um homem!] perguntava-me: «Então? Tens visto a casa dos segredos?». Respondi-lhe que não, não tenho tempo nem interesse. «Não sabes o que tens andado a perder!» ... Só mesmo vindo de um homem, que não tenha nada que fazer, para perder tempo a ver pitas aos saltos e achar isso o programa do ano! Medo, muito medo da geração que aí vem..

Sou só eu que acho que o olho da Cristina está torto?

Na sua entrevista com a Judite de Sousa, a Cristina Ferreira dizia que, nos dias de hoje, ainda não era fácil para um homem ser conhecido como "o marido de". Que aquela história do homem ter que ganhar mais, ser mais conhecido e, no fundo, o pilar do casal, ainda estava muito presente na cultura portuguesa. Por isso mesmo, se calhar a relação dela não teria vingado, por ele ser "o marido" de quem era. Portanto, para o homem não é fácil, porque o rebaixa ou o melindra na sua condição. E para a mulher? Ser conhecida como "a mulher de", é mais aceitável? Pois eu aqui confesso: eu sofro o estigma de ser "a mulher de". Esse estatuto coloca-me sempre na boca do povo. Sou a beneficiada, a que não tem de se esforçar muito, a que tem a vida facilitada, a que por ser quem é tem tudo o que deseja e ainda de bandeja. E a minha [grande] sorte, é que o meu casamento já vinha de tempos antes da minha entrada nesta empresa, porque senão, eu era aquela que s...
No fundo, a [minha] música é esta. Tenho uma chama que não se apaga, mesmo quando os ventos são fortes e fraquejam. O amor que nos uniu já é raro, mas é compassado e fortalece a cada sacudidela.