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Mensagens

E perguntam vocês: e o pequeno lorde?

Pois que está bem e recomenda-se. Aos sete meses (7, caramba!, 7) é uma pequena lontra que entrou nas nossas vidas. Come, dorme, come mais e bem e dorme a noite toda. E pelo meio, uns té-té-té, pá-pá-pás, bé-bé-bés, prrrrrrrss e brrrssss. Bate com os brinquedos todos, manda as chuchas para o chão, quase nunca chora e ri muito. Ri muito.
Pois que está grande e rechonchudo e feliz. E se não me ponho a pau, sou capaz de ser accionista número um da Dodot, tal é a quantidade estúpida de fraldas que este rapaz consome.
Pois que estamos mais que felizes. Preenchidos. De coração cheio a rebentar pelas costuras.

A facturinha, se faz favor..

Tanta coisa à volta das facturas que temos obrigação de pedir e, no meu local de trabalho, existem inúmeras máquinas de venda automática (com preços exorbitantes), nas quais dezenas e dezenas de pessoas deixam lá o seu dinheirinho diariamente e que não imprimem um recibo que seja! Pergunto eu: essas empresas declaram os seus lucros como? Perdoem-me a ignorância financeira! Ou os deveres são só para alguns?
Acho mal, muito mal, que não haja uma inspecção eficaz nestes casos.

e hoje parece que tenho um tempinho..

Queria muito ter vontade de escrever. Escrever muito e coisas boas. Gostava que o dia tivesse, pelo menos, mais umas cinco horas e eu dava conta do recado. Assim, perdoem-me a preguiça aguda, chamem-me desorganizada e considerem que eu não tenho estaleca para a coisa.. mas estas duas crianças, o chão por aspirar, a roupa que não se passa sozinha e a comida que há para fazer nesta casa, roubam-me os segundos quase todos.. shame, shame on me.

É o blog deitado ao abandono..

.. E com a decoração de Natal ainda na crista, já nós vamos no carnaval e nao tarda estamos na Páscoa. Já deu para perceber que comecei a trabalhar? Pois. O que é bom acaba depressa e foi o coitado do blog que sofreu com o desprezo. Nao estão esquecidas, não.. Eu é que mais pareço um polvo, com as horas que tenho ao dia e nao me chegam. E os tentáculos nao chegam a todo o lado!

Cuidar e amar.

Esta dicotomia nestes dois conceitos que se querem juntos. Se amamos uma pessoa, cuidamos dela. Em todos os sentidos. Não se dissociam, não podem. Senão, não seria amor. Era mais uma espécie de trabalho, de voluntariado ou de vocação. Mas até para isso temos de colocar amor no que fazemos, ou corremos o risco de fazer uma grande borrada.
Dou por mim, às vezes, a pensar no futuro. Imagino esta casa com outras mobílias, com outros gostos e outros cheiros. Imagino o meu marido mais velho e os meus filhos nas suas vidas. E pergunto-me se serei capaz de cuidar. Sim, cuidar de uma pessoa velha e doente. Eu que tremo cada vez que os miudos espirram, mas que tenho o sangue frio e a calma de limpar vómitos com toalhas. Eu que choro e tenho mini ataques cardíacos, quando o pequeno se engasga, mas que sou capaz de dormir uma semana encolhida no sofá, para lhe velar o sono.
Assusta-me a total dependência dos chamados cuidados paliativos. Daquela altura na vida em que dependemos da boa vontade do …

Rescaldos e recomeços..

2012 terminou e nós com o pequeno atacado por uma malvada bronquiolite, que lhe rouba a boa disposição, a facilidade em respirar e que nos rouba o sono, porque a preocupação é constante. 2013 começa com uma nova visita à urgência pediátrica. Nem sei o que pensar; acreditando que até possa ser um bom pressagio, que estes pequenos (grandes) sustos, nos sirvam de lição e que o pequeno vá ganhando as defesas todas que o seu pequeno corpo necessita para enfrentar esta coisa complicada que é a vida na terra.
Enquanto isso, vou contando os dias que faltam até começar a trabalhar de novo. As mudanças que se avizinham lá no trabalho, nao sei se me assustam, se me alegram. Normalmente sou a favor das mudanças, dos novos ciclos. Mas, verdade seja dita, torço o nariz um bocadinho quando penso nisto.
A pequena está grande. A mana mais velha faz juz à sua condição. Acho que nao podia desejar menina melhor que esta. É o meu orgulho, a minha fonte de inspiração, o meu Porto seguro.
E assim continua a…