27.8.13

Clothing Swap

O conceito é este: o que já não te serve, o que já não vestes mas que ainda está em bom estado, aquela saia que compraste sem experimentar e que achas que fica horrivelmente mal em ti, tudo isto pode servir a uma amiga tua. E essa amiga pode ter o vestido que estavas a precisar, ou as calças que precisas e não podes comprar no momento. Troca de roupas usadas entre amigas. Simples, pratico, económico e divertido. E com a promessa de uma tarde ou noite bem passadas, entre amigas, renovando o guarda-roupas e desfazendo-te do que já não precisas. O que sobrar ou ninguém quiser, sempre pode ser doado a uma instituição.
Eu e as minhas gajas estamos a preparar uma coisa assim. :)


Daquelas questões pertinentes..

Como é que se diz a uma amiga (muito bem casada) que achamos que ela está de quatro por outro homem e não disfarça nada?
Isto, claro, sem que ela se ofenda e deixe de nos falar? Atiro-me à maluca ou deixo-me estar quieta?

26.8.13

E para quem estava com muita vontade de ver. Ei-la!


Nós por cá..

Se me tivessem apagado estes dias do calendário, eu tinha agradecido. Entre tosses, febres, dentes a nascer, ranho e dores de ouvidos, gargantas inflamadas e espirros, tivemos de tudo um pouco. E com direito a bolhas nos pés, imaginem a nossa felicidade!
Maneiras que é isto. Ter putos pequenos em casa não rima com vida de papo-pró-ar. Muito pelo contrario.. São as preocupações de mãe, as noites mal dormidas, os horários dos xaropes e dos supositórios. É ver as nossas amigas em debandadas para os jantares e saídas à noite e nós termos de ficar em casa, num serão animado entre consolas em BabyTv.
Não me queixo, mas mexe comigo. Irrita-me profundamente que, nos melhores dias do ano, em que podemos passear à noite sem três quilos de casacos em cima, aproveitar para a miúda esticar as pernas, comer gelados, ficar na esplanada a parvejar, os filhos-da-mãe dos vírus ataquem impiedosamente as minhas crias.
E daqui a um piscar de olhos, a escola começa e acabaram-se as noites quentes e temos de esperar mais um ano.
No fim disto tudo, o que me alegra é que o puto já gatinha. E andava eu a sofrer (mais uma vez, que uma pessoa não aprende) do síndrome "mas-porque-é-que-os-filhos-das-outras-fazem-e-o-meu-não".

8.8.13

Ontem foi o dia.

Levei anos a pensar no assunto. Onde queria, como queria, de que tamanho. Passaram-me pela cabeça, ao longo desta espera, varias ideias, vários significados, várias tentativas e ameaças de "é agora ou nunca". Até que, num momento em que nem sequer pensava nisso, me deparei com uma frase, que fazia todo o sentido. E nunca mais pensei noutra coisa. Tinha de ser isto, tinha de arranjar coragem. Era exactamente o que eu queria. E fui. E fiz.
Ontem, 7 de Agosto de 2013, fui tatuada. Para o resto da minha vida.