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Mensagens

A mostrar mensagens de abril, 2012

É mais ou menos isto.

Sinto-me uma melancia. Que não anda, rebola.

semana nova

Ando tão cansada, mas tão cansada, que não vos passa pela cabeça. O corpo parece ter sido tomado por uma brigada de ferro e sinto-me pesada, tenho aquele andar de mulher grávida, de perna entre-aberta, pendendo ligeiramente para a frente. Não consigo dormir bem à noite, não consigo andar bem durante o dia e embora saiba que são males menores da minha condição, é muito chato andar assim. Acabam de me tocar à campainha. Era o senhor da DHL, com a encomenda que fiz a semana passada. Biberons, aquecedor de biberons, porta-biberons termico, tudo pelo preço que me custaria só o aquecedor aqui em Portugal. Realmente vivemos no país da roubalheira. Embora seja de uma marca inglesa,  Tommee Tippee, já se vai encontrando quem a venda em Portugal, a preços e-xor-bi-tan-tes! E como o site inglês não faz expedições para fora do reino unido, tive de encomendar num site italiano, muito embora ainda a diferença de preço fosse alguma, já compensava bastante. Agora tenho vontade de ir à loja ali

music for the sunday.

...

ainda com aquele sentimento de inquietação, que nos faz ponderar todos os prós e todos os contras de fazer as malas e zarpar. sempre com a certeza de que, onde quer que estejamos, se estivermos juntos, estaremos felizes. mudanças avizinham-se. não para breve, mas já se começam a sentir mais possíveis. bom sábado, pessoas.

é.

andamos tentados a mudar.

Mudar de casa, quiçá de cidade. Vontade não nos falta, falta-nos o resto. As oportunidades, o lugar-seguro, a estabilidade [ou lá como se chama a efémera certeza de que está tudo como deve de estar]. Andamos cansados disto, de um quadro que não tem horizonte pintado, sem grandes perspectivas de daqui a cinco anos estarmos na mesma. E não estamos mal, mas não estamos seguramente confortáveis. Já não nos prendem coisas como os amigos de sempre, ou a tranquilidade, ou os dias de sol. As nossas razões já se prendem com um futuro que queremos ver mais risonho e que não sabemos como torná-lo possível. A ser concretizado a médio-prazo, não sei como vou conseguir deixar o meu Algarve e rumar a outras paragens. Mas que é um mal necessário, é.

A manhã da Rita

Fui fazer o teste de tolerância à glicose. Depois de me tirarem sangue de um braço, bebi 75ml de uma coisa que era açúcar com agua e sabor a limão. Em jejum. Do piorzinho que se pode beber logo às nove da manhã. Esperei uma hora, nova colheita. Esperei mais uma hora, nova colheita. Resultado: uma fome descomunal, os braços parecem coadores e um enjoo como não sentia desde os primórdios desta gravidez. Agora vou ali fazer um almoço reforçado para a mãe, princesa e piolho.. e talvez dormir o resto da tarde.

o dia da preguiça, hoje

Nem todos fazem gazeta ao trabalho, que este país tem de produzir para se manter de pé. O marido foi trabalhar, as princesas da casa ficam na cama até mais tarde e andam com o corpo carregadinho de preguiça. Um feriado, a meio da semana, quebra o ritmo da pequena. Ontem, queríamos a companhia dela até um bocadinho mais tarde e às nove e meia da noite já andava a cair aos pedaços, de tanto sono. Hoje de manha, ainda não eram oito horas e já andava às voltas na cama de olhos abertos. Enfim.. pudesse eu e já tinha emborcado três litros de café goela abaixo.

isto faz o meu estilo #8

Fiz umas figurinhas de parva, admito..

.. mas estou [finalmente!] no caminho da salvação. Sabem quando achamos que tudo o que estávamos a pensar acerca de determinada pessoa, seria um bocadinho fruto da nossa tendência para exagerar? Pois, eu convenci-me disso. Que depois das ausências, no fundo até poderia haver uma desculpa ou uma justificação muito forte. Parva que sou. E apercebi-me disso mesmo a tempo de me dar uma de madre Teresa e desatar a perdoar atitudes a tudo o que é gente. Ontem, depois de mais umas revelações fantásticas (publicas, aliás!) que fiquei a saber, mais uma vez não fazemos parte dos planos de quem julgávamos ser amigos. Literalmente fomos trocados. Sim, e podem dizer que é dor de corno e ciume e julgar-me como quiserem. A mim, sempre me ensinaram que quem não se sente .. e pronto, senti-me. Portanto, depois do choque, limpei a lagrimazita de comoção e decepção que se me assombrou no olho e decidi colocar uma pedra no assunto. Fui. Tenho mais que fazer com a minha vida do que ficar à espera que a

(mood for food)

Ultimamente como que nem uma lontra.. a minha obstetra diz que assim perco a compostura dos primeiros meses. Mas eu tenho fome, gente. Daquelas bem fortes.

voltei, voltei..

.. sabem sempre a pouco estes dias. De volta à rotina, o marido de volta ao trabalho, as coisas mais compostas por esta casa, a pequena a recuperar da segunda (sim, que isto quando ataca é em modo bis!) amigdalite e a barriga a crescer (já não vejo os pés e as parte intimas para mim são uma incógnita..). Já tinha saudades deste canto. Vou ali abrir as janelas, limpar o pó à casa (que é como quem diz, espreitar os vossos cantos) e tomar animo para recomeçar. Já tinha (mesmo) saudades vossas.