31.5.11

Vamos ter m€rda..

Comprar um iPhone à TMN, depois de andar a tentar esfrangalhar um contrato empresas, pelo qual pagamos acima de um balurdio, é quase tirado de um filme do Chuk Norris. E passo a explicar: queremos mudar de tarifário, porque nos compensa para podermos comprar um telemovel mais barato e não dá. Mas não dá porquê, se vamos ficar com a mesma facturação? Porque não. E do 'porque não' ou do que o 'porque a TMN vê os números como independentes e não como um todo na facturação' não saimos. E pergunto eu, porque raio temos 2 números associados a uma só conta-cliente, pagando uma só factura pelos dois e depois somos tidos e achados como independentes? Coisas que me transcendem. Depois, procuramos alternativas: os pontos. Temos 3 milhões de pontos, que podemos usar, certo? Nada mais errado. Informa-nos o senhor da loja (que é azul e nos deixa azuis..) que não podemos usar os pontos para trocar equipamentos. Só acessórios e doações. E (espantem-se!) em carregamentos de saldo, que só permitem fazer chamadas para TMN. Lindo. Então e transferir os pontos para um outro cartão tmn para trocar por equipamento? Népia. Nem pensar. Não há cá trocas de pontos, nem transferências, nem ofertas. Só em casos, claro está, que beneficiem a TMN.
Saimos da loja indignados. Entramos na PhoneHouse. Pronto, compramos o iPhone. Então e os senhores têm o cartão micro-sim? Não. Então vão ter que ir à loja TMN pedir. Medo. Temos de lá voltar.
Depois de mais de 10 minutos à espera, a resposta: não temos cartões desses. Vamos ter que procurar noutras lojas TMN. Ok. Isto não está fácil.
Ensitel, agentes autorizados, nenhum tem o cartão micro-sim. E eu com um iPhone novinho a piscar-me o olho sem lhe poder tocar..
Em Faro esgotamos as hipóteses. Vamos a Olhão. Agente autorizado que nos pede o nosso número de cliente. Não temos ali, está na factura electrónica que nos chega por email porque somos amigos do ambiente. Não chega dar todos os números que temos connosco? Nif, cartão de cidadão, número de calçado..? Não. Ok. Ligamos da loja para o apoio ao cliente, que depois de mais de 20 minutos ao telefone nos informa que por razões de segurança não nos pode indicar o número de cliente. Arrrrgghhhhh.. estou a começar a perder a paciência. Vou calçar o chinelo e rodar a baiana agora mesmo! Mas o senhor sabe de onde estou a ligar, consegue ver que é de um número associado à conta-cliente, já lhe dei toda a minha informação pessoa, estou quase tentada a dizer-lhe em quem vou votar, se me pedir.. não há mesmo maneira de me dizer o número? Não. Não há. Então ligue o senhor aqui para a vossa loja e diga ao seu colega qual é o número. Não podemos. Tem de ir verificar na sua factura. Mas eu estou a 15 quilometros de casa, são dez e meia da noite, preciso de um cartão sim novo, não está a perceber? Sim, sim.. mas tem de fazer isso.
Desistimos.
Dia 2, a saga TMN continua. Já em Almada, loja oficial. Têm o cartão. Respiro de alívio. Mas tem um custo.. Ai sim? Mas disseram-me na loja onde comprei o iPhone que o cartão era gratis. Na loja duas empregadas acenam a cabeça a dizer que tenho de pagar. E uma outra diz que tenho razão, que é gratis. Em que é que ficamos? O cliente tem sempre razão. Com o cartãozinho na mão, já posso começar a usar o bichinho.
O que é que fica? Bem.. para alguns falarem de borla entre TMN, mandarem triliões de sms de borla, poderem navegar na net de borla, andarem anos sem fazer um só carregamento, poderem usufruir de todas as coisas fixes que a tmn vai lançando, alguns idiotas têm de pagar bem por isso. Como é o nosso caso.. por isso, findo o contrato, bye-bye TMN. Até à vista e nunca mais.

Era tão fácil, não era?

28.5.11

Parabéns, meu amor.

São 34, que eu desejo que, pelo menos, se tripliquem. E que assim, aos 102 anos, possamos ainda celebrar o teu aniversário.
Que posso eu desejar para ti, que não seja a nossa felicidade?

Juntos. Sempre juntos.

Com saúde, que o resto tudo se resolve.

♥-te. 

27.5.11

obrigada, meu amor..

                                
 
Anna: Can I stay for a while?
William: You can stay forever.
(Notting Hill)

Eu sei porque engordo.

Wordle: sei porque engordo

Uma pessoa chega ao limiar da demencia..

.. quando dá por si sentada no sofá, em frente à televisão, a ver a Julia Pinheiro, a Ana Marques e o Cláudio Ramos numa tentativa frustada de fazerem humor, mascarados de espanhóis, a dançarem flamenco e a falarem portunhól. E a assistência a aplaudir.

Vou ali mandar-me uns estalos na cara a ver se acordo.

Já cá canta. E toca. E vibra. E tudo e tudo.

E recebe chamadas, manda mensagens, tem calendário, tira fotografias. E é um mimo, lindo, amoroso, charmoso. Olha, tou parvinha dum todo com o meu novo brinquedo. E é isto.

26.5.11

Alguém ajuda?

Vou agora dar aqui uma de dondoca, que não sabe onde gastar o dinheiro. O certo é que estou a precisar de um telemóvel novo. E queria um que me permitisse estar em todas.. a dúvida é: qual? Se bem que sou fã da Nokia, devo dizer que me sinto bastante tentada a aderir às novas tendências. Se, por acaso, alguém por aqui souber qual a melhor opção, gostava de uma ajudinha.



Blackberry ou Iphone?

Direitinhas para o rabo.


prevê-se um verão 100.

sem fotos, sem roupa que me sirva, sem bikini que caiba...


estou zangada com os senhores da publicidade.

Vamos lá ver uma coisa, óh senhores da Ok Teleseguro:

- Que raio de imagem descriminação à condução feminina é que vocês pretendem passar? Hã?

Então, quer dizer que, no spot publicitário onde aparece a senhora a questionar o marido, se quer as boas ou as más notícias, o airbag do carro dele, funciona na perfeição. E porquê? Porque a senhora bateu com o carro.
No spot onde aparece o senhor, todo compostinho a falar com a sua esposa, chama-se o reboque porque o carro deixou de fazer barulhos estranhos. Obviamente, avariou na estrada.
Resumindo: a mulher bate com o carro do marido. O homem, que é um condutor responsável, teve a chatice, de o carro ter avariado no meio do nada.
Pois tá claro que, enquanto mulher, fico chateada. Primeiro: porque raio não poderia a pobre desgraçada ter batido com o próprio carro, mas sim com o carro do marido? Ora, antevêm-se aqui chatices para a rapariga. Vai ter que levar com o marido a chagar-lhe a cabeça por ter batido, quiçá se o dito for violento, isto incita à violência doméstica. No mínimo dos mínimos, vai ter que andar uns tempos a ser gozada, por ser uma naba a conduzir, pondo em prática todas as gracinhas e anedotas sobre mulheres ao volante.
Já o jovenzinho, cujos dotes de excelente condutor não podem ser postos em causa, não vão os homens deste Portugal sofrer um vexame traumático, tem uma simples avaria no carro. Assim, livra-se de ser gozado e de nunca mais ninguém querer andar à pendura com ele sem ir agarrado a um terço.
Pois eu cá digo: homem que é homem, assim que ouve um barulho estranho no carro, monta-se nos sapatos e vai ao mecânico. Não fica à espera de ficar avariado na estrada.


Espero bem que, numa próxima campanha publicitária, tenham em atenção a realidade. Porque a ficção é para as novelas, para Hollywood. Para se adquirir um produto, quer-se a realidade, a verdade sobre o mesmo. Pelo menos a transparência sobre o quê e onde vamos deixar o nosso dinheiro. Porque a próxima vez que eu deitar os olhos à OK Teleseguro, vou olhar para a companhia como a companhia que acha que as mulheres conduzem mal. E não vou querer saber mais.


25.5.11

Modas que dão sorte



Pulseiras, pulseras, Бранзалеты, polseres, rannekorut, bracelets, armbånd, gelang, أساور











Qual é a vossa?


Passatempo para ficarmos bonitas!

A amiga Fi♥ lançou um passatempo. Está tudo explicadinho no blog dela. Vão lá espreitar.. e participem, se quiserem umas coisinhas para ficar bonitas! :)

24.5.11

Onde queres que te leve? .. para longe.

Não há volta a dar, não há.

Imaginem que acreditam piamente que estão rodeados de pessoas que vos querem bem, que são vossas amigas. Não falo dos pais, irmãos e filhos, parentes, maridos ou namorados. Falo dos amigos. Daqueles com quem não temos pingo de sangue em afinidade, mas que muitas vezes fizemos mais por eles do que pela nossa avó. Falo desses, a quem pedimos conselhos, a quem contamos as nossas vidas, com quem saímos para beber uns copos e dançar, a quem emprestamos até o batom do cieiro se for preciso. Acreditem que têm, vá, uma mão cheia desses amigos, que vocês prezam e que julgam que o mesmo se passe com eles.
Agora, experimentem passar por uma situação difícil, que esses amigos têm conhecimento, porque tal como fazem parte da vossa vida para as coisas boas, também fazem para as más. (certo?) Porque aquele ditado de que os amigos são para as ocasiões, é verdadeiro, não é? Parece-me que sim. E esperamos, esperamos e esperamos que alguem se manifeste, que alguém nos conforte, que alguém amigo nos demonstre que está aqui, ao nosso lado, para o que der e vier.

Não peço que me sufoquem. Eu não gosto de sufocos, de que andem em cima de mim a perguntar-me de 10 em 10 minutos se estou bem, se preciso de alguma coisa. Eu gosto de chorar sozinha, de espernear e gritar sozinha. Consigo gerir melhor as minhas frustações na solidão. Mas eu preciso dos meus amigos, quando realmente mais me fazem falta. Nem que seja para ter a certeza de que estão ali, à mão de semear se eu precisar deles urgentemente. Preciso de um abraço, para sentir que não estou só.

Hoje, dois dias passados de um mau dia que foi o domingo, para além da minha mãe, da minha sogra e do meu indescritivel marido, não sei onde andam os amigos que julgava que tinha. E, que afinal, parece mesmo que não tenho.

Se tenho pena? Tenho. Tenho pena de ter sido tão parva, de me ter entregue tanto, de ter dado muito mais de mim do que deveria dar. Felizmente, há sempre uma altura em que abrimos a pestana, em que a vida nos mostra como realmente as pessoas são, o quão egoístas se tornaram. E para mim, essa altura chegou.

23.5.11

...

A história repete-se, tal como em Dezembro. Dizer assim até parece uma brutidade, mas é a realidade. Por dentro estou um farrapo, embora tenha de manter um sorriso, porque a minha pequena princesa ainda não percebe estas coisas. Abortei. E dói. Muito.
Não vale a pena perguntar porque a mim, porque é que me acontece se queremos tanto, porque é que não corre bem.. nenhuma dessas perguntas têm resposta. Simplesmente aconteceu. Assim, sem explicação ou sem ter acontecido algo que levasse a isso. E assim ficamos, tristes sem uma resposta, sem uma culpa e sem nada.. esperando que estes dias passem o mais depressa possível.

20.5.11

O maravilhoso mundo da maternidade.. repete-se.

Primeiro há o desejo. Depois namora-se muito. De preferência nos dias certos. Depois começam a nascer as dúvidas e as incertezas. Vem a ansiedade. E fica connosco durante alguns dias. Depois faz-se um xixi para um pauzinho e espera-se. Para umas, o resultado prevê que se tente de novo, que ainda não foi desta. Para outras há jackpot.

Aqui em casa, o cenário foi parecido, quase igual (atrevo-me a dizer). E o resultado? Bem.. o resultado foi:


O maravilhoso mundo da maternidade volta a repetir-se aqui em casa. Estamos felizes. Na esperança de que tudo corra bem.

16.5.11

I feel the need, the need for speed

A 16 de Maio de 1986, Top Gun estreava e deixava as suas marcas: o maior número de candidaturas na Marinha e Força Aérea americanas e milhares de miudas histéricas com o Tom Cruise.
Um filme que tinha de tudo: aviões, uma professora boa como o milho, o Tom Cruise quando ainda valia a pena olhar para o Tom Cruise, uma boa banda sonora, motas, gajos bons e gajos maus, tragédias e finais felizes.
Ainda é um dos filmes que me faz parar para o ficar a ver. Embora já o tenha visto inumeras vezes. Mas vale sempre a pena deitar o olho no Tom Cruise, quando ainda valia a pena deitar o olho ao Tom Cruise.


It's monday, but.. it's ok!


Levanta-te da cama, Rita. Anda.. Tens de ir ali ver se está tudo ok com o fato do P. Se ele faz o nó da gravata bonito. Se não se esquece de nada na pasta do portátil. Levanta-te da cama, Rita. Despacha-te.. que ele não sabe onde deixou os sapatos pretos, provavelmente vai querer que lhe digas se o cabelo não está espetado lá atrás e vai querer roubar um pouco do café da tua caneca.
Levanta-te da cama, Rita. Que ainda tens de ir ali fazer chichi para um pauzinho, que te dirá se estás de esperanças ou não, embora ainda seja muito cedo fazê-lo, mas vocês os dois não têm juízo e gostam de gastar dinheiro em Predictors e Clearblues como se não houvesse amanhã.

[levantei-me, ajudei-o a preparar as coisas, disse-lhe que estava muito bonito, encontrei-lhe os sapatos, fiz o chichi e esperei 5 minutos, deu negativo, fiquei assim para o deprimida, mas depois lembrei-me que mais pareço uma atrasada a fazer testes mais cedo do que o normal, portanto, prevê-se outra manha como esta dentro de dias. Só fiz o café quando ele saiu, portanto foi inteirinho só para mim.]

Agora, vou ali ver se trabalho.

14.5.11

Queremos ser quatro

Porque a nossa família está empenhada nisto. Nem sabemos o que havemos de fazer à nossa vidinha! Queremos ser quatro.. e se quiserem fazer parte desta aventura, be my guests.

Daquelas coisas que não estamos à espera

Imaginem que estão a assistir a uma prova de selecção, juntamente com os responsáveis dos recursos humanos, para seleccionar pessoas que vão trabalhar sobre a vossa alçada.
Agora imaginem uma sala com uns vinte candidatos. Nós, os dos lugares descansados, observamos os exercícios propostos, a dinâmica da coisa, vamos tomando notas, avaliando.  Eles, os dos lugares em risco, tentam mostrar aquilo que valem, que são, o que conhecem e até que ponto estão empenhados em conseguir um emprego. Porque é mesmo disso que se trata, ou não estariam ali para outra coisa.
E é aqui que eu quero chegar com isto tudo. Parece-me que há por aí muito boa gente que quando se candidata a um lugar, deve achar que só pelo simples facto de se mostrar fisicamente, o empregador só teria mesmo de se ajoelhar a seus pés e promovê-lo logo ali. Ou não teriam a coragem de não dizer coisa com coisa numa prova de selecção. É como, pura e simplesmente, não abrir o pio, quando o lugar se trata de ser locutor de rádio.. Mas não foi a isto que eu vim aqui. Adiante.
Eis que no meio de algumas pessoas assim, naquele grupo, uma rapariga sobressai. É-lhe colocada uma questão simples.
- Acha que para este trabalho é importante ser-se metódico?                                                                      
- Hã? Diga?
- Metódico! Neste trabalho é importante ser-se metódico?  Ter um método de trabalho..
- Aiii... hihihi... não... hihihi...
- Não?
-Aiii.. sim... hihihi... não sei... sim, pronto.
- Então? Sim ou não?
-Aiii.. estou tão nervosa. Faça a pergunta a outro.. não sei.. aiiii.. é que estou tão nervosa que agora já não sei, estou confusa.
- Pronto. Acalme-se lá. Não precisa de ficar nervosa, então. Tenha lá calma e pense lá um bocadinho.
(a rapariga já a transpirar por todo o lado, a abanar a cara com as mãos, a tapar os olhos, em pânico)
-Aiii!! Já lhe disse.. não consigo responder a isso.. estou tão nervosa, não sei, estou confusa.. aiiii... .... .... metódico?... ... ahhhh.... aiiiii não sei....
(e nós a arregalarmos muito os olhos porque não estavamos a perceber o porque de tanto stress)
-Pronto, eu dou uma ajudinha – diz o psicólogo – é um trabalho que obedece a regras, que tem uma maneira para se proceder, logo é...?
-Olhe.. – e a rapariga desata a chorar – eu estou muito nervosa, porque antes de vir para aqui, deixei cair o bláqbérri do meu marido e partiu-se todo e ele ainda não sabe e quando eu chegar a casa..
(e choro, muito choro.. perante uma sala em silêncio,incrédula , boquiaberta com o que estava a ouvir)
- Bem, se a senhora quiser sair para apanhar um pouco de ar e recompôr-se, pode fazê-lo. Nós gostávamos de prosseguir com aquilo que nos trouxe aqui.
Ela saíu, voltou passados uns minutos. Participou no que ainda restava da prova.
Evidentemente, não foi seleccionada. Mas deixou-me a pensar nela. Obviamente pelo pânico de morte que mostrou ter do marido, depois porque naquele dia devem ter chovido chapadões e pontapés naquela casa. Porque a violência nem sempre se consegue esconder atrás de maquilhagem. E porque, ironicamente, a violência fisica, verbal e psicológica é sempre metódica.

13.5.11

Sexo. Sapatos. Topos de Gama e Benfica.

E pronto. Agora que já consegui a sua atenção, aproveito para dizer que uma das melhores coisas no mundo é a sensação de que contribuimos para salvar a vida a uma pessoa. Muitas das vezes, nem sequer é necessário fazer muito por isso. Ser dador de medula óssea pode ser um milagre. Porquê? Porque, em muitos casos, a única esperança de cura é encontrada em dadores voluntários compatíveis com o doente. Não custa. É grátis. Salva vidas. Mesmo aquelas de quem mais amamos.
Portanto, se continua a gostar de sexo, de sapatos e malas, Porsches e do Benfica, aproveite e contribua para que outras vidas continuem a disfrutar do mesmo.
Mais informações? Tudo explicadinho aqui: APCL - Associação Portuguesa Contra a Leucemia

11.5.11

Esperar.

É isso que me resta. É só uma semaninha. Esperar. Não há-de ser difícil, nem terei que roer as unhas todas que tenho nas mãos. Espero eu. Que esperar é tudo o que me resta.


E se a espera compensar, feliz da vida. Se não, não há-de-fazer mal. Tentamos outra vez e esperamos que dê certo. Quem espera sempre alcança. Embora canse e desespere.


Pronto, agora que já brincámos tudo e fizémos muitas palhaçadas e tal..

.. que tal se, para o próximo ano, assim na mesma onda de irmos ao festival eurovisão da canção, com a mania de que somos um povo que gosta de marcar pela diferença, em vez de um cantor a sério com uma cantiga a sério, levássemos o José Castelo Branco? Hã? Só assim para eles verem quem é que tem qualidade, vá, que este ano foi só um aviso.

10.5.11

Era isto e uma conta bilionária na Suiça.


E amanhã não tinha que tirar o lombo da cama às 3 da manhã para ir enfiar bifes nos aviões.

9.5.11

Esta moça é que as sabe todas!

Daquelas verdades que faltam a muito boa gente por essa blogosfera fora.

Ide, ide ver. Tá tudo aqui.

8.5.11

Sabem que mais?

Estou de folga.

Segunda e Terça-feira.

Dois dias inteirinhos de folga só para nós os três.

E, ai, que vai saber tão bem.

E a Finlândia retribuiu com «Amor»



Ok. Nós precisamos de ajuda, é certo. Portugal, com os seus 900 anos de história já deveria ter crescido muito mais, já deveria ter feito muito mais, já deveria ter aprendido com os erros. Como diz um comentador deste video no Youtube, somos o país dos desenrascados, que já estão habituados a procurar nas desgraças uma saída. Assim espero, porque o Portugal que quero para a minha filha é um Portugal melhor, diferente, consciente dos seus recursos e independente das ajudas externas para prosperar. Tenho consciência de que ainda muitos mais anos terão de passar para que isso se torne numa realidade, mas o que é certo é que não me apetece baixar os braços e apenas criticar o que deveria ser feito sem nada fazer por isso. Sou um grão de areia que junto de muitos mais como eu, daria uma praia. Não sei muito bem como começar, mas apetece-me fazer qualquer coisa para mudar este caminho.
Este sarcasmo escondido na mensagem dos finlandeses fez-me ver que, muito pior do que estar na mó de baixo é que ainda sintam pena de nós. Os coitadinhos dos lusitanos, de bigode e que comem bacalhau, que se enterraram no meio de tanta corrupção e incompetência politica. Isso é que não. Não querem ajudar, não ajudem, mas não gozem com os sentimentos de quem já ocupou meio mundo. Fomos grandes e ainda nos restam genes dessa grandeza. Só não sabemos como os utilizar. E no meio da minha pouca capacidade de conseguir mudar o que quer que seja, resta-me a vontade. E as vontades movem montanhas. E como eu ainda tenho tanto orgulho de falar português..

7.5.11

All the world (i tell myself)

i'm ready to believe.

Tenho tanta pena de não ter tido a minha câmara à mão..

Grândola. Fim de semana. Umas cinco da tarde. Estrada Nacional. Nós com fome. O Modelo-que-agora-é-Continente mesmo ali à mão de semear. Uma sandocha e um sumo vinham mesmo a calhar. Estaciona já o carro. Vamos lá embora. E eis que os nossos olhos se deparam com uma pérola do que é o típico portuguesinho (não havemos nós de ser gozados..).
Sentado em cima do espositor das botijas de gás, fumava alegremente e descansadamente um inconsciente, que pouco ou nada deve saber sobre explosões e queimaduras graves. É o que temos. Quando não sabemos como havemos de dar cabo de nós, assim por acidente, inventamos.

Óh povo lá da terra da Nokia, embrulhem..

6.5.11

Golden Hour

How much can you actually accomplish in an hour? Run an errand maybe, sit in traffic, get an oil change. When you think about it an hour isn't very long. Sixty minutes. Thirty-six hundred seconds. That's it.

 An hour, one hour, can change everything forever. An hour can save your life. An hour can change your life. Sometimes an hour is a gift we give ourselves. For some, an hour can mean almost nothing. For others, an hour makes all the difference in the world. But in the end, it's still just an hour. One of many. Many more to come. Sixty minutes. Thirty-six hundred seconds. That's it. Then it starts all over again. And who knows what the next hour might hold.



Anatomia de Grey. Sempre. Com as palaras certas,
 no momento certo.

Faça o favor de se sentar..

.. mas em cima das almofadas, NÃO!, que estas são uma doçura.








todas daqui!

Obrigada pelas flores!


A minha querida amiga Mãeee que para além de ser uma gaja porreira é uma mãos largas, em dias de crise, consegue oferecer flores a um porradão de gente. Eu, embevecida, fui uma das contempladas.
Tal como ela, também vou aldrabar um pouco as regras disto e, em vez de seleccionar uma mão cheia de pessoas, vou simplesmente oferecê-las a quem as quiser levar consigo. Portanto, hoje há flores para toda a gente. E de graça! Porque os meus leitores merecem.

5.5.11

Ok. Não há duas sem mais cinco!

E vou deixar-me disto, que isto não é um blog malicioso e os gostos são de cada um e isso tudo.
Mas que era escusado, era..





E como não há uma sem duas..

.. esta amiga não quis fcar atrás da Beyonce. Senhores e Senhoras, Dapnhe Guinness antes de ir chocar ovos:

As extravagâncias dão nestas figurinhas.

A Beyonce Isabel apareceu na noite da gala do Met em Nova Iorque com este modelito. O vestido, dizem, era extravagante. Eu cá acho que não era [simplesmente] o número da moça. Devia ser o único lá na loja e a rapariga, como gostou dele, quis trazê-lo mesmo assim, uns quatro números abaixo do 42.
Quase que consigo ouvi-la, lá no seu closet: « Eu enfio-me nele ou não me chamo Beyonce Isabel! », enquanto se esfrangalhava toda para o conseguir fazer passar pelo rabo.
Tenho cá para mim que a moça fez apneia durante todo o evento, pois respirar naquele aperto deve ser complicado. Já para se mexer, pois tá claro, precisou de ajuda. Enfim. Esta malta superstar gosta de estar sempre em alta quando se trata de fazer figuras tristes.





3.5.11

Num bonito dia de sol..


.. em vez de ir laurear a pevíde, vou ali enfiar-me no aeroporto e trabalhar até à exaustão. Oh lucky me, lucky me..

2.5.11

Maneiras que é isto.

Os juros a subir. O petróleo a aumentar de preço. Os impostos a disparar. Os preços lá nas alturas. O mundo completamente desvairado. A nossa vidinha a sentir o apertão do cinto. E mesmo assim, estas duas cabeças (entendam Mrs e Mr T., nós próprios), pensam em aumentar a familia.

Ora digam lá, se fossem nossos pais não nos mandavam internar?