28.10.08

27.10.08

Dream on girl, Dream on girl
I want to see you sleep tonight
You're up and down
You hit the ground
And time is drifting trough your fears

I can't find your dreams tonight
And make your lover come back home
If you don't know, you are on your own
I'll choose the best days for your sleep

Come back to see the day you lost your heart
And odd your hopes
I'll take you to see the sunrise and try to catch your ghost

Come on girl, a dream is your world
The signs you see are in your mind
The words that you speak are here in my ear
So I can hear you falling down

Take a breath to see me
I can wait for you to
Live our life with no hopes but
If you still believe

Come back to see the day you lost your heart
And odd your hopes
I'll take you to see the sunrise and try to catch your ghost

Come back to see the day you lost your heart
And odd your hopes

Dreaming about..



Key West.

:)

why so alone?

a diferença.

- Tás diferente..
- Tou?
- Sim.. é o cabelo?
- Não.
- Ahh já sei.. são as sombrancelhas!
- Ahhh pois.. deixaram de fazer sombra.

[excusado será dizer que ficou a olhar pra mim, como um burro pra um palácio]

26.10.08

O «mê» falar..

Qu'isto de ser algarvia tem mais que se lhe diga.. que trabalhar com gente de Fáre e Olhão, Fuzeta e Loulé e ser moça da Vila (Real de Santo António) dá-nos uma estaleca desgraçada em dialectos algarvios.

Má porqué que falamos assim? Ficamos logo com a marca de que falamos mau português.. o que não podia ser mais erráde.. Quem ouve de fora, parece-lhe aquilo que é: uma algaraviada. Maje a gente entendesse.

Assistir a um diálogo entre dois algarvios, pode parecer uma cena de comédia, para alguns até mesmo uma lingua estranha de perceber, mas no fundo, é assistir ao mais diversificado dialecto.

Uma receita que meta griséus, vagens e ervilhanas, confunde o mais prestigiád chéf de cozinha. :)

Se assistirem a uma conversa entre dois colegas no aeroporto, deve sair uma coisa mais ou menos assim:

-Atão? Méquié?

-Atãaaaooo maninh'! Táj'aí?

-Atã nã sabes??

-Tá munta fritaria aí hoj'?

-Má atão? Nã sabes'já?

-Dass.. lóg hoj qu'ê nã tô capaz..

-Por cá de queim?

-Móss, dói-ma cabêça.. tenh'a cabêça maij alta co farol..

-Má atão na tomástes nada pra iss'?

-Tomê. Má ê na podia faltar.. Tô aqui tod'empacháde..

-E vensje práqui assim? Má tensje a mania qu'és moçe d'Ólhão, hom..

-Mó.. dêxam'a cabêça da mão, déb.. na vesje que tô tod' frite? A ver se me mandam prái refundide..

-Alguma vez?? Mêm'agora vás ali pró lode..

-Nã vô não.. que digue lógue que nâ tô capaz.

-Má eles na acreditam..

-Na acreditem, na acreditem..

(...) Lindo!


No meio desta 'macacada' toda, as expressões como 'atira-t'ó mar', 'desampara-me o dancefloor', 'bota gel', 'filhe d'Ólhão', 'moça da vila', deixam qualquer um 'má variado q'um chalavar de caranguêjo... mó!'

Tem avondo ou querem mais?

Os u2 é que sabiam..


18.10.08

Chorem.. que isto é profundo!

Então é assim.. o Julio é filho do reculuso e está chofrendo horrores, porque o seu pai está atrás das grades. O pai, preso por ser um intruso, está repeso! E a pobre criatura resolveu brindar os ouvintes com a sua voz de rouxinol, neste 'fado' tão lindamente cantado.. de ir às lágrimas!

Vá Gajos..

.. animos ao alto, vista arregalada, que de España ainda vêm coisas boas!








.. e que fazem disparar corações! :)

inutilidades humanas.

Um homem estava colocando flores no túmulo de um parente,quando vê um chinês deixando um prato de arroz na lápide ao lado. Ele vira-se para o chinês e pergunta:
-Desculpe, mas o senhor acha mesmo que o defunto virá comer o arroz?
E o chinês responde:
-Sim,quando o seu vier cheirar as flores...

16.10.08

Ao fundo das coisas

Quando é que vamos até ao fundo das coisas? Chegamos? Não chegamos?

Quando nos pomos a pensar no verdadeiro sentido que algumas coisas têm para nós, pensamos tanto, vasculhamos tanto, deitamos tanto fumo pelas orelhas que pensamos que chegámos ao busílis da questão!
E eu, pensando no fundo das coisas, pensei que no fundo nunca chegamos a lado nenhum!
Fundo... o mar, um buraco, o fundo do copo e da garrafa, o fundo da rua, o fundo do tacho, o fundo do bolso, o fundo do poço, o fundo do saco e o fundo da carteira, o fundo da fossa, o fundo monetário, o fundo da piscina, o fundo do rio, o fundo da sala, o fundo da gaveta, o fundo da pista, o fundo da boca, o fundo do palco, o fundo da terra, o fundo da linha, o fundo do prato, do fundo da alma, o fundo da mala, o fundo da casa, o fundo do sofá, o fundo da gruta, o fundo da questão, no fundo do mato, do fundo do coração, a fundo, sem fundo, no fundo...
Vivemos rodeados de fundos profundos e outros que nem por isso. A uns chegamos e a outros ficamos pelo caminho. Foi por isso que a vida os fez profundos, esses fundos.. E quando tentamos chegar lá a todo o custo, quando damos de nós o sobrenatural que não temos, reparamos o quão profundos são e quanto nos custou chegar ali. Talvez por isso sejam tão importantes para nós e tão compensadores para quem os atinge.
Para um bêbado não é díficil chegar ao fundo do copo. Que recompensa lhe dá? Uma bebedeira..
Para alguém que tem fome, alcançar o fundo do prato é uma bênção!
Ao fundo da pista está o atleta que ganhou a corrida...
No fundo, profundo ou não que seja o fundo, é do fundo do coração que sempre tentamos ir ao fundo das coisas. Uns só dão um passo para o fundo, outros dão o fundo da alma!

14.10.08

This is our fate, I'm yours



Estou apaixonada por este som.. :)




-I'm yours- Jason Mraz